Vergar a Mola

2004

 

Num particularmente inventivo acto de criação, José Correia (aka Prof. Pardal) decide levantar gajos no ar através de um mecanismo que tinha vindo a desenvolver nas horas vagas, na sua garagem.

Funcionava na perfeição. Agora, era só vestir a "engenhoca". Mas a genialidade do mecanismo de José Correia apenas aumenta a dificuldade da tarefa. Que figura é esta que, quando lhe apetece, vai do chão aos 4 metros de altura? Que personagem?
Após intensa discussão e angústia provocadas pelo constrangimento do total vazio criativo, Zé dos Vidros anuncia: "É tudo molas". Tá feito.

Ao tema chamamos "Vergar a Mola". E fomos vergar a nossa.

Anos de trabalho e convívio em conjunto compensam e fazem com que o trabalho flua como se comunicássemos telepaticamente.

São criados oito modelos otimizados do protótipo apresentado. O mecanismo é ocultado pelas formas e vestes do personagem criado. Acompanham-no pequenos seres brancos à volta dos quais cresce uma irregular mola. Uma figura central desloca-se em andas saltadoras e é seguida para todo o lado por pequenas versões dos gigantes homem-mola, e todos se vergam à sua passagem.

Por entre o público era visível a estupefacção e a curiosidade acerca do mecanismo que tão facilmente elevava

Um destacado 1º lugar.

• • •

E enquanto o Departamento de Mecânica produzia os brilhantes mecanismos, o departamento de inovação e comunicação, preparava o a edição do nosso CD-Rom interactivo.

Para a festa de lançamento do disquinho, contamos com a presença de Aldo Lima, que em 2001 tinha desfilado connosco consequência da sua amizade, com um dos nossos elementos. Um convidado muito especial que, com especial simpatia, apresentou, a todos os que encheram o extinto Inbar, mais de uma hora da melhor comédia de intervenção que se faz no nosso País.

 

Desenho que serviu de base à elaboração dos figurinos

FAIL (the browser should render some flash content, not this).


1996-2009 © Grupo de Carnaval Marados. Todos os direitos reservados.
Este site foi desenvolvido utilizando apenas electrões reciclados.